domingo, 19 de junho de 2011

A DESPEDIDA DO AMOR

Martha Medeiros
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

domingo, 10 de abril de 2011

Espero algum dia encontrar o amor da minha vida....alguem que realmente vou poder chamar de meu...rsrs...pensava que tinha encontrado...e que era so dar um tempo que ele iria perceber que eu era a mulher da vida dele..rsrs...só que eu demorei veio outra e fez o que eu deveria ter feito pegou ele pra ela...rsrs...agora é me conformar e tocar a vida pra frente...mas ele eu nunca vou deixar de amar...

sábado, 2 de abril de 2011

Achei muito interessante este texto e resolvi postar aqui para você...

Do desejo ao sofrimento


A atração é um desejo que diversas vezes não é suportável e muitas vezes é a desculpa para qualquer tipo de traição. Mas vamos lá, você tem sua vida com a pessoa que te deixa feliz e que faz tudo para o relacionamento da certo. Parece o diabo, desculpe o termo usado, mas são nessas horas de felicidade e amor que aparece as tentações e são nessas horas que sempre rola aquela desculpa “A carne é fraca”, alto lar, fraco e desleal é você, por que são nessas horas difíceis que você tem que ser forte e ter consciência das suas decisões e saber arcar com as conseqüências que virá aparecer logo depois que você tomar sua decisão, o porém parceiro é que as vezes a conseqüência é alta demais pra um simples beijo ou sexo. Não quero dizer que não vai rolar atração, por que isso séria muita hipocrisia de minha parte afirmar que rola atração.

Mas é tudo questão de saber se impor no seu relacionamento e na situação de desejo, são nessas horas que você tem que olhar o que você construiu com a pessoa que está contigo nas horas boas e ruins, pense que vocês construíram tudo juntos e isso não é nada pelo o que ainda está por vim na vida de vocês dois. Agora me responde, até que ponto vale trair e acabar com tudo que vocês fizeram juntos? E lembre que só vai ser bom na hora, depois vai vim o tal arrependimento de ter acabado uma história, por um simples beijos ou orgasmo. Vale mesmo? E a consciência pesada? Um coisa que eu preso é a lealdade não só com sua parceira, mas também com você mesmo.

Existem situações que o melhor a fazer é ficar consciência limpa por ter feito o certo e lutado até o fim para seu relacionamento da certo.

Então pense “Eu quero, Eu posso, Eu consigo”

Caio Murilo
02/03/2011

Bacalhoada

Ingredientes
1,5 kg de bacalhau salgado
800 g de batatas descascadas e em fatias entre 0,5 e 1 cm


1 pimentão verde cortado em tiras
1 pimentão vermelho cortado em tiras
2 cebolas grandes fatiadas
2 dentes de alho picadinhos
2 tomates maduros sem pele e sem semente cortados em pedaços grandes salsa picada
100 g de azeitonas pretas sem caroço
1 pitada de pimenta-do-reino (se gostar)
3 ovos cozidos
azeite para regar
sal a gosto

Modo de Preparo
Deixe o bacalhau de molho de um dia para o outro, trocando a água pelo menos 3 vezes
Desfie e reserve
Em uma panela grande, coloque as batatas, cubra com água e cozinhe por cerca de 20 minutos, com a panela tampada
Escorra, corte as batatas em rodelas finas e reserve
Em um refratário retangular untado com azeite, faça camadas, começando com os tomates, depois a cebola, as batatas, o Bacalhau, as ervilhas, os pimentões, as azeitonas e o cheiro-verde
Tempere com 1 colher (chá) de sal e 1 colher (café) de Ajinomoto, e regue com o azeite
Repita o processo e finalize com os ingredientes que restarem
Finalmente, distribua sobre a superfície as rodelas de ovo cozido, regue novamente com o azeite de oliva e leve ao forno baixo (150°), pré-aquecido, por cerca de 1 hora ou até que os ingredientes estejam "al dente"
Sirva em seguida

Lasanha a bolonhesa

Ingredientes
3 colheres de margarina
4 colheres de farinha de trigo
2 xícaras de leite
2 xícaras de creme de leite
Sal e noz moscada a gosto
1 colher de óleo
2 dentes de alho amassados
1 cebola ralada
300 g de carne moída
3 xícaras de meia de polpa de tomate batida no liquidificador
3/4 xícara de água quente
Sal a gosto
200 g de presunto fatiada
200 g de mussarela fatiada
250 g de massa para lasanha

Modo de Preparo
Molho branco:
Derreta a margarina e doure a farinha em fogo baixo mexendo sempre, junte o leite aos poucos
Cozinhe até obter um molho encorpado, acrescente o creme de leite e tempere com sal e noz moscada
Reserve
Molho a bolonhesa:
Aqueça o óleo junte o alho e a cebola até dourar
Acrescente a carne moída até fritar, quando a carne estiver frita acrescente a polpa de tomate e a água misture o sal e cozinhe até ferver
Montagem:
Em uma refratário grande coloque uma camada de molho a bolonhesa, massa para lasanha, presunto e mussarela, molho branco, massa para lasanha presunto e mussarela e termine com molho a bolenhesa se quiser polvilhe um pouco de queijo parmesão ralado
Leve ao forno para gratinar por 20 minutos

quinta-feira, 31 de março de 2011

Poética....


De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Vinícius de Moraes

Receita de brigadeiro

1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de margarina sem sal
7 colheres de sopa de Nescau ou 4 colheres de sopa de chocolate em pó
chocolate granulado para fazer bolinhas
Modo de Preparo
Coloque em uma panela funda o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó
Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com uma colher de pau
Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela
Deixe esfriar bem, então unte as mãos com margarina, faça as bolinhas e envolva-as em chocolate granulado
As forminhas você encontra em qualquer supermercado

Adoro!!!

Adoro, os poemas de Vinicius de Moraes...sao magnificos..tem uma ternura que cativa e uma paixao que atrai ...sou super fan dele!!!

Soneto de Fidelidade

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure
Vinícius de Moraes

Amor em paz

Eu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar

Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Vinícius de Moraes

"Quem você pensa que é?"
perguntou pra mim de queixo em pé...
Sou forte,
fraca,
generosa,
egoísta,
angustiada,
perigosa,
infantil,
astuta,
aflita,
serena,
indecorosa,
inconstante,
persistente,
sensata e corajosa,
como é toda mulher,
poderia ter respondido,
mas não lhe dei essa colher.
O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!